Se você já sentiu que nasceu para algo maior do que simplesmente viver procurando um (novo) emprego, que seus talentos vão além de um currículo ou que a busca por estabilidade o tem afastado do que realmente o faz feliz, então o Enfim, Desempregado (ED) é para você.
Aqui a ideia de que existe apenas um caminho para viver bem, ganhar dinheiro honestamente e ser valorizado por meio de um emprego aos moldes da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) é colocada em xeque e o faz refletir se há algo maior esperando por você além das regras tradicionais do mercado de trabalho.
A insegurança sobre o futuro pode ser paralisante, mas também pode ser o primeiro passo para uma nova jornada, principalmente quando se acredita que já se tentou de tudo da cartilha ensinada pelos nossos pais, pela escola e até mesmo pela faculdade.
Essa jornada começa quando você entende que suas habilidades, sua história e sua autencidade têm um valor muito maior do que qualquer “oportunidade” de emprego que alguém pode oferecer, como se só você saísse perdendo em caso de recusa.
Você não precisa se moldar ao que esperam de você – existe um caminho onde você pode construir sua própria trajetória, no seu ritmo e, principalmente, com as suas regras!
Aqui, no ED, você vai descobrir como transformar sua experiência e seu conhecimento em algo que gere valor real e legímo à sociedade. Não se trata apenas de vender algo para alguém, mas principalmente de entender que o que você já sabe, já viveu e gosta de aprender pode ser a chave mestra para construir um futuro profissional mais livre e recompensador.
Descubra um novo jeito de se posicionar no mercado de trabalho – um jeito que respeita quem você é e o que você tem de único para oferecer.
Liberte-se da CLT!
Faça, que acontece!
Somos prestadores de serviços e queremos libertar profissionais do sistema engessado da CLT, que tanto os impede de prosperar.
A missão do “Enfim, Desempregado” (ou simplesmente ED) é provar que é possível viver bem, ganhar dinheiro honestamente e ser valorizado por seus talentos mais genuínos sem estar preso e limitado a amarras trabalhistas.
Embora não seja homogêneo, nosso movimento é para aqueles que desejam construir um caminho próprio, baseado em autonomia, criatividade e realização pessoal, seja saindo de seus empregos maçantes, seja empreendendo nas horas vagas, seja se dedicando integralmente às suas atividades de livre iniciativa.
Ser um ED é muito mais do que simplesmente não ter um emprego fixo. É ser um profissional que:
·Trabalha com quem compartilha valores iguais ou similares aos seus;
·Se diverte enquanto trabalha e é bem pago por isso;
·Se aperfeiçoa continuamente para ajudar melhor seus clientes, e não apenas um único patrão;
·Tem liberdade financeira para cuidar de si, viajar e usufruir das melhores experiências da vida;
·É reconhecido, admirado e respeitado em seu nicho;
·Tem tempo de qualidade para amigos, família e para si mesmo;
·Constrói uma base de clientes fiéis e satisfeitos;
·Se livra do trânsito caótico, das amarras dos escritórios e dos patrões com suas metas abusivas;
. Posta suas conquistas, suas viagens e seus momentos marcantes, não no intuito de despertar inveja, mas para incentivar os demais;
·Tem segurança para defender e vender suas ideias e projetos;
·Vive de maneira plena e autêntica, sem amarras;
·Demite clientes escrotos;
Queremos que você se sinta parte de um grupo seleto de profissionais fodas, livres das humilhações do regime CLT, do medo, da insegurança e que percebam que podem transformar o mundo através do que já fazem de melhor, sendo bem recompensados de forma honesta e justa por isso.
Nosso grito de guerra é “faça, que acontece!”
Portanto, faça, que acontece!
O caminho para a liberdade profissional não é bloqueado apenas pelo medo ou pela falta de conhecimento, mas por um sistema inteiro desenhado para mantê-lo na coleira. Desde a infância, somos ensinados a seguir um roteiro: estudar, arrumar um emprego fixo, trabalhar duro e esperar a aposentadoria.
Mas quem realmente ganha com isso?
O Estado? As grandes corporações? O seu patrão?
O “Enfim, Desempregado” existe para expor essas armadilhas e abrir seus olhos para a verdade. O inimigo não é apenas o desemprego, mas sim a mentalidade que o impede de assumir o controle da sua própria vida, o que inclui:
· O sistema educacional falido: treinado para criar empregados, não empreendedores;
·O Estado e os políticos: vendem a ilusão de proteção, mas fazem de tudo para manter as massas dependentes;
. O marxismo: filosofia do materalista fracassado ou que nunca precisou trabalhar para ter as próprias coisas e que vive da intriga da divisão de classes, da inveja de quem ganha dinheiro por ser foda no que faz e que acredita que onde um está se dando bem o outro está se ferrando;
·A crença limitante de que é errado ganhar dinheiro e pecado ser rico: um condicionamento que impede muitos de prosperarem;
·O mito do alto invesmento: empreender é sobre vender soluções, não sobre gastar fortunas;
·O conformismo e a autossabotagem: esperar um “momento certo” que nunca chega;
·A ilusão da segurança: CLT dá estabilidade? Pergunte para quem já foi demido inesperada e injustamente;
Queremos combater o emprego tradicional e sua falsa segurança, a cultura da CLT que prende talentos e o medo da mudança que paralisa e impede o crescimento e o desenvolvimento profissional.
Enquanto você continuar acreditando que precisa de um patrão para ser valorizado, que o Estado é seu protetor ou que empreender exige invesmentos absurdos, estará jogando o jogo deles.
O primeiro passo para a liberdade é enxergar esses inimigos pelo que realmente são: obstáculos criados para mantê-lo sob o controle de um sistema que não quer que você prospere.
Faça, que acontece!
Nossa tribo tem princípios sólidos que sustentam a mentalidade de quem quer abandonar a falsa segurança do emprego tradicional e construir uma vida próspera com liberdade e autonomia. Se você ainda acredita que o Estado vai garantir seu futuro, que a CLT é uma proteção e que só quem é herdeiro ou tem muito dinheiro pode empreender, é hora de questionar essas narrativas.
Aqui, acreditamos em um novo caminho – um caminho em que você assume o controle total da sua trajetória e do seu sucesso. Essas crenças são o alicerce para a transformação de um desempregado vimista comum em um verdadeiro ED. Se você deseja se libertar do sistema, precisa assimilar que:
·O Estado não vai salvar você;
. Trabalho não é um lugar para onde vamos, é qualquer coisa que fazemos para ajudar pessoas e sermos pagos por isso;
·CLT é uma prisão disfarçada de segurança;
·Todos podem criar sua própria renda sem depender de patrões;
·Você não precisa saber e fazer tudo da sua área: para isso se faz necessário ter parceiros de trabalho;
·O dinheiro é um meio (e não o fim) para se ter as melhores experiências na vida, principalmente as imateriais, que levaremos para o sempre;
.Ter menos dívida e mais dinheiro é o que traduz a verdadeira liberdade;
·Ganhar bem e ser rico não é errado, nem crime, nem pecado;
·Ser feliz com o que se tem não precisa impedí-lo de querer mais e melhor para si e para quem torce ou depende de você;
·A prática de esporte é a chave para o seu fortalecimento físico e mental. Eles, por sua vez, são fatores primordiais para fortalecer a sua disciplina e a sua confiança nos momentos de desafio;
·Automatizar e/ou delegar tarefas rotineiras e repetitivas é essencial para ter um negócio sustentável sem perder sua qualidade de vida;
.Autoconhecimento é o que você precisa para encontrar em si mesmo as respostas que tanto procura;
Nem todo desempregado é um “Enfim, Desempregado”.
A diferença entre os dois não está apenas na falta de um emprego, mas na forma como encaram a mesma situação. Enquanto o desempregado comum vê sua condição como um problema e aguarda que alguém lhe ofereça uma solução, o ED transforma esse momento em uma oportunidade.
Ele entende que sua liberdade não depende de um patrão ou da pena do Governo, mas sim da sua própria capacidade de enxergar valor em si mesmo e no que pode oferecer ao mundo.
A grande virada de chave acontece na mentalidade. O ED não se conforma, não espera, não aceita limitações impostas pelo sistema. Ele age, cria, mulplica e constrói sua própria trajetória, sem pedir permissão.
·O desempregado comum reclama e se vimiza, o ED aprende e age;
·O desempregado comum espera oportunidades, o ED as cria;
·O desempregado comum ganha dinheiro para gastar, o ED para multiplicar riqueza;
·O desempregado comum é escolhido por empregadores, o ED escolhe seus clientes;
·O desempregado comum se capacita para ter um emprego, o ED para ter vários (ou os melhores) clientes;
·O desempregado comum trabalha apenas por necessidade, o ED por amor ao que faz;
·O desempregado comum vê limitações, o ED enxerga possibilidades;
·O desempregado comum para de aprender (não importa o que aconteça), o ED continua aprendendo (não importa o que aconteça);
Ou seja, empreender sendo um ED, não é só para quem tem dinheiro ou sorte!
A forma mais simples de assimilar isso é entendendo que pessoas ajudam pessoas a serem mais felizes ou mais bem sucedidas e, a partir disso, são recompensadas ho-nes-ta-men-te pelo que fazem, não importa se sozinhas ou com a ajuda de outras pessoas (funcionários, colaboradores, parceiros de trabalho, etc.).
Sendo assim, não faz sentido achar que só se pode ser útil ao mundo por meio de um emprego aos moldes da CLT, através da ocupação de um cargo em uma empresa – que na verdade nada mais é do que uma organização de pessoas com habilidades e talentos voltados para ajudar na solução de problemas e/ou na realização de sonhos de outras pessoas!
As crenças fundamentais do ED são a base que sustenta o nosso movimento. Elas desafiam o pensamento tradicional e mostram que é possível viver com mais liberdade, segurança e realização sem depender de patrões ou sistemas que limitam o potencial individual.
Se você quer sair do ciclo da dependência e finalmente se tornar dono da sua própria história, precisa internalizar essas verdades. O sucesso não vem da sorte ou de privilégios (aliás, esses são os meios mais difícieis de se manter a longo prazo), mas da decisão consciente de mudar sua mentalidade e agir.
Faça, que acontece!
Muitos acreditam que empreender exige sorte, capital inicial ou uma ideia genial nunca antes vista. A verdade é que a chave para dar início à sua liberdade profissional não está no dinheiro que você (não) tem, mas sim nas habilidades que você já possui e no valor que pode entregar ao mercado da forma mais genuína e verdadeira.
A diferença entre continuar preso ao medo e se tornar protagonista da própria vida está em sua mentalidade e em suas ações.
Para isso, siga um caminho simples, mas poderoso:
Reveja sua trajetória e descubra seus talentos ocultos!
Comece mentalizando tudo que já faz (ou poderia fazer) no seu ambiente de trabalho: vislumbre o cargo que exerce, as soluções que a sua empresa empregadora vende, as ferramentas que usa, os tipos de clientes (pessoas) que atende, os parceiros e fornecedores que ajudam na resolução de problemas, a legislação vigente, os concorrentes, os principais desafios e oportunidades etc.
A partir daí, observe a lacuna do cargo que você desenvolve com mais facilidade e naturalidade, encarando-a como a sua (futura) área de atuação, que será ofertada para o público igual ou similar ao que já consome através do seu empregador. Essa “lacuna” do cargo também pode ser chamada de “subnicho de mercado”.
Coloque-se à disposição!
O maior erro de quem quer empreender é esperar um cenário perfeito. Você não precisa necessariamente de um escritório, um CNPJ ou um site sofiscado para começar.
Você precisa de clientes!
Ou seja, você precisa de pessoas!!
De pessoas, porra!! Não esqueça disso!!
Ofereça-se para a ajudá-las na resolução de problemas e/ou na realização de sonhos que elas tenham a partir do que você já sabe e gosta de fazer (ou aprender). Além disso, crie sua lista de parceiros e fornecedores que possam atuar naquilo que você não sabe, não pode ou simplesmente não quer fazer (afinal, você não precisa saber tudo da sua área, lembra?) e cobre por isso do seu cliente!
Dessa forma ganha você, ganham os seus parceiros e ganha o seu cliente, que teve um problema resolvido e/ou um sonho realizado!
Por uma empresa?
Não, por você!
Esqueça da ideia marxista que diz que para um se dar bem o outro precisa se ferrar!
Faça, que acontece!
Este manifesto é, ao mesmo tempo, o nosso grito de rebeldia e uma mensagem de acolhimento, não apenas para inspirá-lo, mas também provocá-lo. Afinal, a vida não muda para quem não se move.
Queremos que você saiba que há um caminho real para a liberdade, e que ele já pode começar agora fazendo uso do que você já é, já tem e já sabe fazer! Ter um emprego de carteira assinada não deve ser nunca mais a sua única alternativa de se desenvolver como pessoa.
Nunca mais mesmo!
O mundo precisa de mais profissionais fodas e livres como você, e a sua história pode ser a próxima inspiração para essa revolução!
E a propósito, marxismo no dos outros é refresco!
Eu sonhava em ter um emprego fixo, do jeitinho que ensinam no nosso sistema educacional tradicional, mas apesar da minha formação em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), tive dificuldade papoha de conseguir um emprego, até que em novembro de 2004 - com vinte e poucos anos - surgiu uma “oportunidade” na minha área.
O que eu não esperava é que ter a carteira de trabalho assinada, com salário fixo, os meus "direitos" de rapaz trabalhador e a tal "estabilidade" profissional seria um sonho que duraria apenas seis meses.
Quando caiu a ficha aquilo me desesperou!Putz, eu estava desempregado!
Com pressa de trabalhar e fazer dinheiro, parei de buscar vagas e passei a oferecer ajuda com o que já fazia de melhor: a música (sim, eu sou foda no que faço)!
Como vi que isso me dava muito mais resultado do que ir atrás de emprego e até mesmo de trabalhar como um simples assalariado que dá duro durante o mês inteiro, em 2007 decidi aplicar a mesma lógica para negócios locais da minha cidade (Manaus - AM), ajudando em suas ações de Comunicação, Marketing e Design.
Ah, e claro: a música também fazia parte do pacote!
Aos poucos eu fui entendendo que, diferente do que eu pensava no começo, nem sempre precisamos fazer tudo relacionado à nossa profissão e, apesar disso, conseguimos ajudar pessoas a serem mais felizes e/ou mais bem sucedidas através do nosso trabalho.
E o melhor: além de bem pagos, passamos a ser reconhecidos, valorizados e admirados por isso, com o super-mega-bônus de sermos indicados para outras e outras pessoas, que se tornam nossas amigas, fãs e clientes!
Atualmente, como Estrategista Digital, ajudo empreendedores a venderem o que fazem de melhor com o poder das suas próprias histórias (me tornei foda nisso também), além de ministrar cursos, palestras e eventos voltados para empreenderorismo. Minha trajetória me mostrou que é possível trabalhar com propósito e liberdade sem depender de um emprego tradicional.